Arrivederci Presto!


Mais uma vez o aeroporto. Mais uma vez ele para o que deveria (ou não) ser dito. Feito ou acontecido. Maria se despede do que não sabe. Parte para o terminal quatro sem saber acalmar seu coração. 
Félix, não teve força para segurá-la pelo braço. Pegou pelo coração. Porém, machucado, deixa de pulsar como "Nessun Dorma". E a partida é iminente. Fazendo a despedida uma Ópera de Puccini, bem milanesa. Não daquelas de prantos curtos. E sim, das mais doídas e copiosas - dignas de um atlântico inteiro de soluços e lágrimas serenas.


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Como tudo começou: