Todo o caminho que viria, seria dedilhado. Muito contado. Milimetrado. Alucinados, deixaríamos pra lá o que seria motivo de pecado. Totalmente perdidos na nudez e sem compostura para o inevitável.
Imagino teus seios. Você em cima de mim. Balançando entre o prazer e minha boca. Levando os mamilos às pequenas mordidas. E na tua face, vejo-te completamente louca.
O seio direito ficaria cada vez mais rígido, arrepiado. Quase uma maçã. Branquinho e bem durinho. Depois de um tempo, passado, tomaria um tom rosa, quase avermelhado.
Numa ponta tocaria o bico - tenro e duro. O tesão te contrairia. O bojo, seria inutilizado. Arrancado prá fora. Admirando ainda mais o peito apalpado. Deixando-me ereto de tão lisongeado.
Com os sentidos aguçados, meteria em sua vulva o movimento dos sussurros. As sutilezas da pontinha, acabariam te deixando bem pequenininha. Nessa, não conseguiria. Não iria aguentar. Viva a safadinha!
Pernas apertadas, amarradas e gemidos quietinhos. Temos o suor, os sorrisos e mais vontade. Numa profunda ebulição, distinguindo a verdade, delirando dentro do que deveria ser os limites da razão.
Fagulhas. Eletricidade. Suspiros. Com o teu clitoris úmido não há mais o que fazer. Nem versos e apitos no celular, nem horário para terminar. Somente muita vontade e nada para atrapalhar.
Agora, esteja à vontade para tocar-se com profundidade, esquecendo do virtual. Comungando apenas com o que poderia ser real, com o agora. Experimentando um orgasmo lindo, efetivo e literal.
Faça bom proveito de sua imaginação, contraia todos os músculos e depois relaxe. Lembrando que não são apenas linhas excitadas, escritas quase com o pau na mão. E sim, uma sensação real, forjada no desejo e no tesão.