Escondo em meu sorriso, nas falácias, a solidão,
Gasto tempo com outros, sem responder o que é meu,
Garanto a insensatez rindo de tudo que não me dão.
Julgo as pessoas tendo premissas de um velho coração,
Construo uma imagem anulando quem sou,
Vivo entre um gole e outro camuflado no tesão.
Discuto melancolia com trajes de ironia,
Até quando deixarei meus dia serem apenas um?
Até quando suportarei meu peso e minha ilusão?
Escondo em meu sorriso, nas falácias, a solidão,
Gasto tempo com outros, sem responder o que é meu,
Garanto a insensatez rindo de tudo que não me dão.
De gole em gole, em bar em bar,
No fundo do copo deixo de refletir,
Para ao fim adormecer sem saber com quem estou.