Misturando o açúcar, quase numa relação de poder, vê sua vida turva na adição do leite. A cada gole no café, sente o tédio naquela xícara que esquenta. A medida que a colher escorrega, de um lado ao outro, ele vê as lembranças.
Ao partir o pão, faca serrilhada - manteiga sem sal. Fogo para esquentar a casca. Numa tostadinha do que seria o farelo, ele fica mais rígido, queimado de nostalgia.
Na boca solitária do fogão, tenta derreter o queijo junto com sua lágrimas. Numa mão segura a orelha da xícara. Na outra, o pão francês, bronzeado e derretido. Se tivesse mais uma, uma terceira mão, estaria junto a seu coração - apertando o que deveria ser sua extraordinária solidão.
Ao partir o pão, faca serrilhada - manteiga sem sal. Fogo para esquentar a casca. Numa tostadinha do que seria o farelo, ele fica mais rígido, queimado de nostalgia.
Na boca solitária do fogão, tenta derreter o queijo junto com sua lágrimas. Numa mão segura a orelha da xícara. Na outra, o pão francês, bronzeado e derretido. Se tivesse mais uma, uma terceira mão, estaria junto a seu coração - apertando o que deveria ser sua extraordinária solidão.