Domingo. Treze andares. Um quer dormir. Outro, sentir o sentido de ser. Sutiã no chão. Camisa largada no canto da porta. Lençol desfeito. Um ruído. Escadas a baixo - frustração. Escuro, lágrimas e desapontamento.
Cama arrumada. Café posto, apenas para um. Ressaca do que não fez sentido. Uma mensagem. Outra. O silêncio!
Uma bicicleta e um drinque. Um beijo - um afago. Os treze andares seriam só para cima. Se fosse para baixo seria de mãos dadas. Um acordo de não sofrer. Apenas viver.
Foi visitado a pélvis, os seios e o extremo. Café na cama. A partida. Sempre há! Vontade de mais. Quem sabe?! Uma ducha e um "até amanhã”.