Numa gafe do tempo. Dois perdidos num feriado. Descrentes com a festa fizeram do corpo, celebração. Das palpitações, os fogos de artificio. Nos pés entrelaçados, a comunhão. Substituíram a troca de presentes por afagos. Gozaram a mútua felicidade. Exerceram cumplicidade. Dormiram colados como se fosse a última noite. O sol nasceu cantando uma possibilidade. Deixando como resto uma taça quebrada, uma 3x4 e um documento amassado.