Mais
uma vez Félix parte. Naquela de aeroporto, nunca consegue a
plenitude. Quando chega: data para regressar. Quando parte: coração
moído. Sua terra nunca está próxima. E os seus? Sente o gosto do
que seria, como um arrepio da geada fria. Porém, a estupidez da
falta de controle (quem a tem?) joga com os mapas, com os avisos e
com os aviões. Milhas e quilômetros trancando o pulso de um dia se
jogar no parado. Em casa! Na rotação comum. No filme e pijama bem
acompanhado. Aventuras
e missões invejadas. Sucesso e respeito! Contudo, sem o poder de
sentir o tédio necessário para envelhecer e ficar em paz.